Indicadores de Qualidade de Sites Educativos
O presente artigo permite ao leitor tomar conhecimento das principais características que definem a qualidade de um site educativo. Perante a leitura do artigo, é possível ter uma noção minimamente sustentada das principais dimensões de qualidade que um site educativo deve ter, tais como “identidade, usabilidade, rapidez de acesso, níveis de interactividade, informação, actividades, edição colaborativa online, espaço de partilha e comunicação”. No âmbito da explanação dessas dimensões de qualidade, a autora apresenta indicadores de qualidade, tais como a presença ou não do nome do site, o propósito do site, a data da última utilização (referente à identidade); estrutura, navegação e interface (usabilidade), etc.
Da leitura do texto, atendendo ao facto de um dos trabalhos desenvolvidos pela na disciplina, foi precisamente a análise de um website, e naturalmente atendendo à (pouca) experiência como cibernauta, concluo o seguinte:
Analisar um website de acordo com os indicadores de qualidade é uma tarefa mais simples do que criar um site a partir dos mesmos pressupostos. Contudo, e atendendo à evolução do papel social que a internet desempenha actualmente, considero que a colaboração entre cibernautas é cada vez mais notória, sendo que várias oportunidades de aprendizagem surgiram através de pesquisas num motor de busca ou num fórum. Assim sendo, esse crescente espírito colaborativo, quer a nível de manutenção de sites, quer a nível da disponibilidade de software gratuito e quer a nível do (quase) sem número de recursos educativos à disposição, permite a qualquer pessoa a criação de um site com conteúdo pertinente, adequado á actividade profissional que desempenha, independentemente do nível inicial de conhecimento informático. Para além disso, enquanto professor tenho a possibilidade de contribuir positivamente para a educação do aluno, na medida em que ao incentivá-lo a pesquisar conteúdo educativo relevante, ensinando-o a separar o trigo do joio, estarei, tal como a autora refere no final do artigo, a educar os alunos para a Sociedade de Informação.
Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS
O presente texto remete-nos para as potencialidades dos recursos interactivos na educação. Com efeito, o professor tem a oportunidade de, através da utilização de recursos interactivos e relacionados com a internet, de educar os alunos no sentido de lhes dotar sentido crítico e responsabilidade pelas acções tomadas no âmbito de uma pesquisa bibliográfica, por exemplo. Para além disso, o uso das ferramentas online disponíveis, tais como sites, blogs e wikis, permite ao aluno uma privilegiada troca de informação e saberes que podem ser frutíferos no desenvolvimento pessoal. Aprender a colaborar, a criticar construtivamente e a fundamentar as opções tomadas no âmbito de pesquisas efectuadas, são algumas das qualidades que podem ser desenvolvidas e potenciadas no âmbito do desenvolvimento social do aluno.
Cabe ao professor recorrer a este tipo de ferramentas, familiarizar os alunos com o seu manuseamento e orientá-los no sentido de lhes facilitar o desenvolvimento da autonomia, do espírito crítico e de qualidades humanas e sociais.
terça-feira, 25 de maio de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Considerações sobre uma webquest
O que é uma webquest?
Uma webquest é constituida por um conjunto de actividades de pesquisa, cuja informação necessária para a sua resolução encontra-se disponível na internet.
Quais os componentes de uma webquest?
Introdução -> motivadora e desafiante para o aluno
Tarefas
Processo -> indicação clara e pormenorizada de todas as etapas a percorrer pelos alunos, assim como de todos os recursos a consultar.
Avaliação -> referir os critérios de avaliação e especificar a quem se destina a avaliação (individual e/ou grupo).
Conclusão -> Efectuar um resumo da experiência, apontando as conclusões mais pertinentes e as vantagens da utilização. No âmbito de fomentar futuras iniciativas do género, podem-se deixar sugestões, colocar questões e indicar sites para consulta.
O que é a webtaskonomy?
A webtaskonomy consiste num conjunto de 12 tipos de tarefas que podem ser implementadas numa webquest.
Como fazer a avaliação?
Atendendo ao facto de uma webquest necessitar de sar avaliada antes de estar disponível para os alunos, os parâmetros a serem avaliados numa webquest são os seguintes:
*Componente estética da webquest
-componente visual (0, 2 ou 4 pontos);
-navegação (0, 2 ou 4 pontos);
-aspectos técnicos (0, 1 ou 2 pontos);
*Introdução
-motivação temática (0, 1 ou 2 pontos);
-motivação cognitiva(0, 1 ou 2 pontos);
*Tarefa
-relação da tarefa com o que é habitual (0, 2 ou 4 pontos);
-nível cognitivo da tarefa (0, 3 ou 6 pontos);
*Processo
-clareza (0, 2 ou 4 pontos);
-estrutura (0, 3 ou 6 pontos);
-riqueza (0, 1 ou 2 pontos);
*Recursos
-quantidade (0, 2 ou 4 pontos);
-qualidade (0, 2 ou 4 pontos);
*Avaliação
-clareza dos critérios de avaliação (0, 3 ou 6 pontos);
Uma webquest é constituida por um conjunto de actividades de pesquisa, cuja informação necessária para a sua resolução encontra-se disponível na internet.
Quais os componentes de uma webquest?
Introdução -> motivadora e desafiante para o aluno
Tarefas
Processo -> indicação clara e pormenorizada de todas as etapas a percorrer pelos alunos, assim como de todos os recursos a consultar.
Avaliação -> referir os critérios de avaliação e especificar a quem se destina a avaliação (individual e/ou grupo).
Conclusão -> Efectuar um resumo da experiência, apontando as conclusões mais pertinentes e as vantagens da utilização. No âmbito de fomentar futuras iniciativas do género, podem-se deixar sugestões, colocar questões e indicar sites para consulta.
O que é a webtaskonomy?
A webtaskonomy consiste num conjunto de 12 tipos de tarefas que podem ser implementadas numa webquest.
Como fazer a avaliação?
Atendendo ao facto de uma webquest necessitar de sar avaliada antes de estar disponível para os alunos, os parâmetros a serem avaliados numa webquest são os seguintes:
*Componente estética da webquest
-componente visual (0, 2 ou 4 pontos);
-navegação (0, 2 ou 4 pontos);
-aspectos técnicos (0, 1 ou 2 pontos);
*Introdução
-motivação temática (0, 1 ou 2 pontos);
-motivação cognitiva(0, 1 ou 2 pontos);
*Tarefa
-relação da tarefa com o que é habitual (0, 2 ou 4 pontos);
-nível cognitivo da tarefa (0, 3 ou 6 pontos);
*Processo
-clareza (0, 2 ou 4 pontos);
-estrutura (0, 3 ou 6 pontos);
-riqueza (0, 1 ou 2 pontos);
*Recursos
-quantidade (0, 2 ou 4 pontos);
-qualidade (0, 2 ou 4 pontos);
*Avaliação
-clareza dos critérios de avaliação (0, 3 ou 6 pontos);
quarta-feira, 10 de março de 2010
Caça ao Tesouro!

Esta caça dirige-se a um dos grandes tesouros da humanidade, Galileu Galilei.
Em que período viveu Galileu?
Galileu iniciou os seus estudos universitários numa área diferente da física e matemática, qual foi?
No âmbito da astronomia Galileu inventou e desenvolveu vários instrumentos. Quais foram?
As observações astronómicas de Galileu possibilitaram a demonstração de uma teoria de Nicolau Copérnico sobre o movimento da terra em torno do sol. Que teoria foi essa?
Lê com atenção o seguinte excerto e responde à questão que se segue:
(...)diz-se que Galileu convidou os mais ilustres professores da Universidade a assistirem à sua experiência, na torre. Deixando-os cá em baixo, subiu ao último piso e aí deixou cair, simultaneamente, dois pesos, um com meio quilo e outro com cinco quilos(...)
Qual dos dois pesos terá atingido primeiro o solo?
Surpreendido(a)?
Assiste então a este vídeo!
Questão central:
Quais foram as principais contribuições de Galileu para a ciência?
Para responderes às questões consulta os seguintes endereços:
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/galileu/index.htm
http://www.ccvalg.pt/astronomia/historia/copernico.htm
http://www.ccvalg.pt/astronomia/historia/galileu_galilei.htm
Olá!
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